Sábado, 02 de Maio de 2009

No dia do livro a Câmara Municipal de Lisboa lançou um desafio às escolas:

Fazer um piquenique e ler.

Na nossa turma resolvemos trazer frutos e ler um poema do Eugénio de Andrade que se chama Frutos. Ouvimos o poema, com os olhos fechados tacteámos e descobrimos o nosso fruto no meio dos outros. Voltámos a ouvir o poema mas desta vez cheirámos os nossos frutos e saboreámos as palavras. Depois brincámos com as palavras. Tentámos dizer o poema com os frutos entre os dentes. É difícil! Dissemos a palavra Tangerina de muitas formas e o Tomás disse os frutos todos em Linguagem Gestual, e nós também.

Depois de fazermos vários jogos de palavras pudemos ler os livros que levámos num saco. Lemos a pares, em grupos e sozinhos. Lemos e comemos fruta. Foi um piquenique saboroso!

Vejam o filme que fizemos com as fotografias que a professora Filipa tirou. Escolhemos uma música do Carlos Paredes que se chama Verdes Anos. Esperamos que gostem!

 

 



publicado por Turma da Prof. Filipa às 01:42
Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Para comemorar o dia da Poesia a Biblioteca da nossa escola propôs um estendal de poesias. A nossa turma escreveu vários poemas em papeis coloridos. Depois fomos pendurar os poemas com molas para todos os poderem ler. Todos podiam escrever: alunos, os professores, os auxiliares, os pais e até as pessoas da rua e do café.A nossa professora já lá tinha posto alguns poemas do nosso livro " O meu primeiro livro de Poesia".

À tarde fomos ler todos os poemas que lá tinham posto. Cada grupo escolheu um e depois fizémos uma apresentação dos poemas à turma como se fosse um teatro.

Foi um molho de lindo!

 

 



publicado por Turma da Prof. Filipa às 16:43
Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

 

 

Apresentámos na última festa de final de ano uma dramatização de um texto de Manuel António Pina. É um texto muito divertido. Até gravámos as nossas vozes! Queres ler e ouvir?

 

 

 Gigões e Anantes

Gigões são anantes muito grandes.
Anantes são gigões muito pequenos.
Os gigões diferem dos anantes porque
uns são um bocado mais outros são um bocado menos.

Era uma vez um gigão tão grande, tão grande,
que não cabia. – Em quê? – O gigão era tão grande
que nem se sabia em que é que ele não cabia!
Mas havia um anante ainda maior que o gigão,
e esse nem se sabia se ele cabia ou não.

Só havia uma maneira de os distinguir:
era chegar ao pé deles e perguntar:
Mas eram tão grandes que não se podia lá chegar!
E nunca se sabia se estavam a mentir!

Então a Ana como não podia
resolver o problema arranjou uma teoria:
xixanava com eles e o que ficava
xubiante ou ximbimpante era o gigão,
e o anante fingia que não.

A teoria nunca falhava porque era toda
com palavras que só a Ana sabia.
E como eram palavras de toda a confiança
só queriam dizer o que a Ana queria.


MANUEL ANTÓNIO PINA

 

 



publicado por Turma da Prof. Filipa às 00:40
Somos a turma 3º C da Escola Básica do 1ºCiclo n.º 54 de Lisboa. Somos divertidos e adoramos aprender!
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